Apresentação

O departamento de Letras da Universidade da Beira Interior (Covilhã, Portugal) organiza e acolhe mais uma edição do Encontro de Línguas Ibéricas (ELI) – Conferências Internacionais de Linguística, nos dias 3 e 4 de outubro de 2018.

Assumindo-se como um espaço de investigação, reflexão e divulgação, trata-se de um evento dedicado a todas as línguas faladas na península ibérica, não só o português e o espanhol. Encontram aqui espaço todas a línguas oficiais e não oficiais, bem como as diferentes variedades diatópicas peninsulares. De acordo com o carácter plural e heterogéneo de qualquer língua, as diversas variedades da América, África e Ásia são parte indissociável do espírito deste encontro científico.

Para além do português e do espanhol, neste segundo encontro, merecerão especial atenção o catalão e o mirandês.

Mantendo as temáticas da edição anterior, os trabalhos deverão enquadrar-se numa das seguintes linhas:

  1. Génese e desenvolvimento das línguas ibéricas
  2. Ensino das línguas ibéricas como língua estrangeira ou língua segunda (LE/L2)
  3. Ensino das línguas ibéricas na era digital

Serão adotadas como línguas veiculares do congresso todas as do grupo galaico-português, bem como o mirandês, o espanhol e o inglês.

Datas importantes

  • Submissão de propostas de comunicação: até 16 de junho 4 de julho
  • Comunicação de resultados: até 26 de julho
  • Inscrições: até 25 de setembro ou até à data do evento (ver condições de inscrição)
  • 2º Encontro de Línguas Ibéricas: 3 e 4 de outubro
  • Submissão de textos para publicação (por autores com proposta aprovada): até 8 de janeiro de 2019

Submissão

As propostas de comunicação para o 2º ELI deverão ser enviadas, em formato Word, para a seguinte morada de correio eletrónico: eli.letras.ubi@gmail.com.
O prazo de envio finaliza no dia 16 de junho 4 de julho.

As propostas de comunicação deverão enquadrar-se numa das seguintes áreas temáticas:
  1. Génese e desenvolvimento das línguas ibéricas
  2. Ensino das línguas ibéricas como LE / L2
  3. Ensino das línguas ibéricas na era digital
Todas as propostas serão objeto de revisão por parte da comissão científica (sistema de avaliação anónima – blind review).

Normas para a submissão de propostas

Os resumos deverão ter entre 400 e 600 palavras (bibliografia incluída) e até 6 palavras-chave, um título e a linha temática em que se inscreve a proposta de comunicação.

No corpo do e-mail, mas não no resumo, deverão ser indicadas as seguintes informações:
  • Título da proposta de comunicação
  • Nome do(s) autor(es)
  • Instituição, se aplicável
  • Contacto (endereço de e-mail)
As comunicações terão a duração de 20 minutos, seguindo-se tempo para debate.

Programa

Dia 03 de outubro

08h30 - 09h30
Receção e entrega de documentação

09h30 - 10h00
Sessão de abertura

10h00 - 11h00
Conferência

11h00 - 11h30
Pausa para café

11h30 - 13h05
Comunicações livres

13h05 - 15h00
Pausa para o almoço

15h00 - 16h35
Comunicações livres

16:35 - 17h00
Pausa para café

17h00 - 18h00
Conferência

Dia 04 de outubro

09h15 - 10h15
Conferência

10h15 - 10h30
Pausa para café

10h30 - 12h05
Comunicações livres

12h05 - 12h15
Pausa

12h15 - 13h15
Conferência

13h15 - 13h30
Sessão de encerramento

Convidados

Augusto Silva

Augusto Soares da Silva

É Professor Catedrático de Linguística da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa. A sua investigação centra-se nos domínios da semântica lexical, bases conceptuais da gramática e variação e mudança linguística na perspetiva da Linguística Cognitiva. Desenvolve também estudos sobre metáfora, ideologia e discursos dos media. Coordena presentemente os projetos de investigação Convergência e Divergência entre o Português Europeu e o Português Brasileiro (financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia) e Comparando a Conceptualização e a Expressão das Emoções no Português Europeu e no Português Brasileiro (financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian). Publicou mais de uma centena de artigos e vários livros, entre os quais se destaca O Mundo dos Sentidos em Português: Polissemia, Semântica e Cognição (Almedina, 2006), com o qual recebeu o Grande Prémio Internacional de Linguística, da Sociedade da Língua Portuguesa. Mais recentemente, organizou o livro Pluricentricity: Language Variation and Sociocognitive Dimensions (Berlin/Boston, Mouton de Gruyter, 2014). É membro da comissão científica de várias revistas nacionais e estrangeiras e dos congressos da Associação Internacional de Linguística Cognitiva e da Sociedade Europeia de Linguística. Tem lecionado cursos e seminários em diversas universidades estrangeiras, nomeadamente as universidades de Lovaina, Estocolmo, Manchester, Tübingen, Graz, Complutense de Madrid, Alicante, Valencia, Santiago de Compostela, Vigo, La Laguna, USP, Campinas, UFRJ, UFF, UFMG, UFBA, UNISC, Eduardo Mondlane e Macau. É diretor do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Coordena a Licenciatura em Ciências da Comunicação e o Doutoramento em Linguística. Integra o painel de avaliadores da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior de Portugal.

Cristina Martins

Cristina Martins

É Professora Auxiliar do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é doutorada em Linguística Aplicada pela UC com a tese Línguas em contacto: “saber sobre” o que as distingue. Análise de competências metalinguísticas de crianças mirandesas em idade escolar (2004). Desenvolve investigação nas áreas do bilinguismo e contacto de línguas, aquisição/aprendizagem de PL2, desenvolvimento metalinguístico, processamento psicolinguístico e avaliação neuropsicológica. No âmbito da atividade docente, tem lecionado disciplinas de Língua Portuguesa, quer como LM, quer como LE, Aquisição e Aprendizagem de L2, Psicolinguística, Linguística Aplicada ao Ensino de Línguas, Fonética, Fonologia e Morfologia do Português. Publicou vários estudos sobre a situação atual do mirandês e participou na comissão responsável pela Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa (1999). Atualmente, coordena os projetos E-LENGUA@UC, Corpus de Produções Escritas de Aprendentes de PL2 e Manuais de PLE (FLUC/CELGA-ILTEC). É responsável pelo curso, em e-learning, Aprendizagem e Ensino de Português Língua Não Materna (UC_D/Camões, IP), diretora do 2º ciclo em Português como Língua Segunda e Língua Estrangeira e também dos Cursos de Português Língua Estrangeira da FLUC. Foi, entre 2007 e 2009, coordenadora científica do Centro de Estudos de Linguística Geral e Aplicada (CELGA), sendo, atualmente, coordenadora da linha temática Português em Contacto do CELGA-ILTEC.

Juan Felipe

Juan Felipe García Santos

É Catedrático de Língua Espanhola na Universidade de Salamanca. Entre as suas publicações dedicadas ao ELE destacam-se: Español. Curso de perfeccionamiento (U. de Salamanca); Viaje al Español (Ed. Santillana, Langenscheidt, Nathan, DR Forlaget); Sintaxis del español (Ed. Santillana); "¿Qué Gramática?", Actas del IV Congreso Internacional de ASELE (Madrid); "El estilo indirecto en la clase de español L/E", Actas de la III Conferencia Internacional sobre el Hispanismo y Estudios Ibero-Americanos, Centro de Estudios Hispánicos, Universidad Jawaharlal Nehru, Nueva Delhi (Indian Council for Cultural Relations, New Delhi); The Splendor of Spain. A Serious, Scientific Study of Grammar (McGraw-Hill, Inc., New York); Español para todos (Ed. Ática, Sao Paulo); Alumnos españoles residentes en el exterior. Currículo de las enseñanzas de Lengua y Cultura Españolas (Ministerio de Educación); “También las lenguas nos unen”, La maleta intercultural (Sevilla); Ahora, sí. Língua española (Escala Educacional, Sao Paulo); “Cultura e interculturalidad en la clase”, La enseñanza para la paz: ensayos teóricos y prácticos (King Juan Carlos I of Spain Center. New York University); Español ELElab A1/A2 y B1 (U. de Salamanca); Componente gramatical: comunicación avanzada (Edinumen, Madrid).
Lecionou cursos na área de ELE na universidades de: Salamanca, Málaga, Sevilla, Cantabria, Santiago, León, Valladolid, Fu-Jen, Tamkan, UIMP, Suffolk, Lucerna, Basilea, Munich, Estambul, Londres, Bruselas, Québec, Curitiba, Fortaleza, Bruselas, Amberes, etc.
Entre outros, é membro de conselhos editorais e comissões de redação de revistas e editoras como: Materiales para la enseñanza multicultural (Consejería de Educación de la Embajada de España en Washington); Contextos multiculturales: School Classroom Management (Miami, American Association of Teachers of Spanish and Portuguese); “Colección Yuso” de la Editorial Axac (Lugo); Cuadernos de la Cátedra M. de Unamuno (Universidad de Salamanca); “Colección Aula Exterior” (Ediciones de la Universidad de Navarra).

Maria Lloret

Maria-Rosa Lloret

É Doutora em Linguística pela Indiana University (1988). Catedrática de Filologia Catalã da Universitat de Barcelona, onde é professora desde 1991. Como docente e investigadora, o seu trabalho centra-se nas áreas da fonologia, da morfologia e da variação linguística. É autora dos títulos Manual de transcripció fonètica (1997), com Eulàlia Bonet e Joan Mascaró; Fonologia catalana (1998), com Eulàlia Bonet, e La fonologia del català (2011). Corredigiu a Gramàtica del català contemporani (2002), com Joan Solà, Joan Mascaró e Manuel Pérez Saldanya, obra vencedora do prémio Sanchis Guarner 2002. Coeditou e colaborou em diversos volumes especializados, em inglês, espanhol e catalão (mais recentemente: Understanding Allomorphy. Perspectives from Optimality Theory, Equinox, 2015). Publicou artigos em revistas especializadas de linguística geral (ex. Language, Lingua, Linguistic Inquiry, Phonology, Belgian Journal of Linguistics, Estudios de Fonética Experimental, Signos Lingüísticos, Catalan Journal of Linguistics), linguística românica (ex. Probus, Revista de Filología Románica, Estudis Romànics, Verba), linguística africana (ex. Journal of African Languages and Linguistics) e filologia catalã (ex. Caplletra, Els Marges, Catalan Review). Em 2002, foi distinguida pela Generalitat de Catalunya pela promoção da investigação universitária na categoria de jovens investigadores no período 2003-2006. Desde o ano 2004, dirige o “Grup d’Estudi de la Variació Dialectal (GEVaD)” (v. www.ub.edu/GEVAD) e lidera projetos de investigação financiados pelo Governo de Espanha dedicados ao estudo da fonologia e da morfologia dos dialetos do catalão na perspetiva contrastiva com outras línguas românicas. Forma parte do grupo que, desde 2006, elabora a página de internet “Els sons del català” (v. www.ub.edu/sonscatala), a qual contém um conjunto de recursos e materiais para a aprendizagem autónoma da fonética e da fonologia do catalão.

Inscrição

Participantes com comunicação aceite:
  • Até 25 de setembro – 50 euros
  • Entre 26 de setembro e a data do evento – 80 euros
No caso de múltiplos autores, deve(m) pagar inscrição apenas aquele(s) que estiver(em) presente(s) no evento.
Participantes sem comunicação:
  • Entrada livre
  • Nota - Para receber um certificado de presença e a respetiva documentação deverá enviar um e-mail para eli.letras.ubi@gmail.com até ao dia 25 de setembro.
Isenções:
Convidados, professores da UBI, investigadores da unidade LabCom.IFP e membros das diversas comissões.
Formalizar a inscrição:
Para formalizar a inscrição é necessário enviar o comprovativo de pagamento por correio eletrónico (eli.letras.ubi@gmail.com), acompanhado dos seguintes elementos:


—Pagamento pelo próprio autor

  • Nome completo
  • Título da comunicação
  • Correio eletrónico
  • NIF/contribuinte (cidadãos portugueses) ou nº de Documento de Identificação (outras nacionalidades) a constar no recibo
  • Morada

—Pagamento pela instituição do autor

  • Designação completa da instituição
  • Nome completo do autor
  • Título da comunicação
  • Correio eletrónico
  • NIPC a constar no recibo
  • Morada
Forma de Pagamento:
  • Transferência bancária a favor de:
  • Universidade da Beira Interior
  • Banco: Santander Totta
  • IBAN: PT50 0018 0003 2322 0304 0208 9
  • SWIFT-CODE: TOTAPTPL

Comissões

Comissão organizadora
  • Ana Rita Carrilho
  • Ana Bélen Cao
  • Ignacio Vázquez Diéguez
  • Paulo Osório
  • Tamara Flores Pérez
Comissão científica
  • Alina Villalva (Universidade de Lisboa)
  • Ana María García Martín (Universidad de Salamanca)
  • Ana Maria Martins  (Universidade de Lisboa)
  • Carlos Costa Assunção (Universidade de Trás-os- Montes e Alto Douro)
  • Carmen Fernández Juncal (Universidad de Salamanca)
  • Coloma Lleal Galceran (Universitat de Barcelona)
  • Juan Carrasco González (Universidad de Extremadura)
  • M. Nieves Sánchez González de Herrero (Universidad de Salamanca)
  • Maria Clara Barros (Universidade do Porto)
  • Maria da Graça Castro Pinto (Universidade do Porto)
  • Maria-Pilar Perea Sabater (Universitat de Barcelona)
  • Marta Baralo Ottonello (Universidad Antonio de Nebrija)
  • Ramón Mariño Paz (Universidade de Santiago de Compostela)
  • Rosario Álvarez Blanco (Universidade de Santiago de Compostela)
  • Teresa Lino (Universidade Nova de Lisboa)

Informações Úteis

Transportes públicos:
  • — A partir de Lisboa: poderá viajar de comboio ou de autocarro. A viagem poderá demorar cerca de 3h30 a 4h.
  • — A partir do Porto: só poderá viajar de autocarro. A viagem demora cerca de 3h30 a 4h.
  • — A partir de Salamanca: poderá viajar de autocarro. A viagem poderá demorar cerca de 2h30 (sem contar com a mudança horária).
  • — A partir de Madrid: poderá viajar de autocarro. A viagem poderá demorar cerca de 4h/4h30 (passando por Salamanca, sem a mudança horária).
  • — A partir de Santiago de Compostela ou Vigo: poderá viajar de autocarro. A viagem poderá demorar cerca de 5h/6h (tendo em conta o local de partida, sem a mudança horária).

Para informações sobre horários e preços:
De carro:
  • — A partir de Lisboa: o acesso à Covilhã é feito pelas autoestradas A1 e A23;
  • — A partir do Porto: pelas autoestradas A1, A25 e A23
  • — A partir de Salamanca: o acesso é feito pela A66 (Espanha) até à fronteira com Portugal. A partir dali, deve seguir pela A25 e A23 (autoestradas com portagens). De carro demora 2h.
  • — A partir de Madrid: o acesso é feito pela A6, AP6, A50 e A66 (Espanha) até à fronteira com Portugal. A partir dali, deve seguir pela A25 e A23 (autoestradas com portagens). De carro demora 3h30.
  • — A partir Santiago de Compostela ou Vigo: o acesso é feito pela AP9 (Espanha) até à fronteira com Portugal. A partir dali, deve seguir pela A3, A1, A25 e A23 (autoestradas com portagens). A partir de Santiago de Compostela poderá optar AG-53, A-52 (Espanha), A24, A25 e A23 (autoestradas com portagens). De carro demora 4h30/5h.
  • GPS - +40° 16' 40.31" -7° 30' 32.30"
Alojamento:
Poderá alojar-se num dos hotéis que se encontram a uma distância de cerca de 10 a 15 minutos (a pé) do local das conferências:

Imagem

Imagem gráfica
Madalena Sena (UBI / Gabinete de Relações Públicas)
Web Design
Sara Constante (UBI / LabCom.IFP)
Página Web
Susana Costa (UBI / LabCom.IFP)

Contactos

Correio eletrónico
eli.ubi.letras@gmail.com


Morada
Universidade da Beira Interior
Faculdade de Artes e Letras
Departamento de Letras
Rua Marquês D'Ávila e Bolama
6201-001 Covilhã, Portugal


GPS - +40° 16' 40.31" -7° 30' 32.30"